Estamos conversados...
Noticia a "inefável folha" que é o público:
Ora uma coisa destas, dita pelo publico, é coisa que decerto "tem muito que se lhe diga"... É que o público não dá ponto sem nó: Se é para achincalhar e denegrir a história e a saga dos portugueses durante meio milénio no ultramar, ele está aí, como bom esquerdalho que é... Essa "folha" existe precisamente para cantar e espalhar por toda a parte o ranço e o negrume da esquerda.
Descasquemos então as "caixas" da notícia, para se poder ler bem nas entrelinhas:
"Investigadores" e "consórcio internacional" - já se está mesmo a ver que malta é esta: a do costume. Não vale a pena escavar muito mais. São aqueles tipos que acham que lhes coube por disposição divina a tarefa de trazer a verdade e a justiça ao mundo. Mas atenção: a sua verdade e a sua justiça e não qualquer outra verdade ou justiça, mesmo que alicerçadas em valores históricos de uma comunidade e mais ou menos aceites universalmente. Só a verdade e a justiça deles é que é "a" verdade e "a" justiça - as verdadeiras...!!! - e as únicas admissíveis (quer os demais queiram ou não queiram...) e cabe-lhes a eles, por divina disposição, propugnar por elas e defendê-las a outrance.
Logo aqui começa a cheirar a esturro...
Depois entramos no busílis da questão: o que o ChatGPT faz ao ensino da História. O que terá sido não se sabe nem foi referido. Mas pelo tom usado só só pode ter sido coisa má.
De mais a mais - vejam só...!!! - teve a ver com a forma como o ChatGPT apresenta as guerras coloniais que envolveram Portugal, ou a Guerra do Vietname. Também não se sabe como é que apresentaram essas guerras - mas foi decerto dizendo coisas que a esquerda detesta.
No que nos toca - deixemos a do Vietname para o "Tio Trump" - deve ter tudo a ver como com a guerra do Ultramar que mantivemos para defesa da Pátria e das províncias ultramarinas do ataque de terroristas que, a soldo de potência estrangeiras e de ideias de esquerda, mataram e mutilaram populações pacíficas e indefesas que apenas queriam viver, prosperar e continuar a ser portuguesas. Realidade que acabou sangrenta e abruptamente de forma repentina, há meio século, deixando milhões de pessoas na mais pura miséria. Hoje essas gentes vivem, na longínqua África mergulhadas na maior das pobrezas e subjugadas a uma corrupção desenfreada dos poderes instituídos.
Não é decerto esta realidade que os tais "investigadores" e "consórcio internacional" querem que a IA relate. Querem sim a istória reconstruída da neo-narrativa da esquerda. Querem refazer a história - ou querem que a história seja refeita. Por isso, para controlar mentes e relatos nada melhor que um amplo debate e orientações para professores que pretendem que sejam os cultores e os veículos da "novi-história" e deformadores de mentes das futuras gerações.
Estamos esclarecidos.
É precisamente estes "bondosos" pretextos de reescrita da história para criar uma novi-história que é preciso denunciar. E combater sem tréguas.
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