Desculpem a crueza
Andamos há meio século a fazer germinar um escol de "parasitas": os "eleitos de profissão", gente que não têm mais nada na vida (e no património...) que não seja a política e arte e habilidade de nela se manterem, sempre à custa do Estado (ou seja da comunidade, de todos nós)...
Uma vez eleitos, e como "eleitos" que passam a ser e nunca deixarão de o ser, fica a caber ao Estado o dever, o ónus - melhor, a estrita obrigação - de lhes "arranjar" prebendas ou poiso que lhes assegure um rendimento que possa mantê-los confortáveis e despreocupados até à reforma (de político e como político, portanto com um regime próprio e especial...) libertando-os de quaisquer preocupações para se poderem dedicar, de corpo inteiro, à única coisa que sabem fazer - polítiquice.
Honra e glória para aqueles que no termo das suas funções eleitorais de serviço publico, voltam à vida comum e ao esquecimento...
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