<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/12023629?origin\x3dhttps://pharmaciadeservico.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

Pharmácia de Serviço

Há remédio para tudo ... pharmaciadeservico_at_gmail.com

E como é que se resolve esta óbvia violação do princípio (constitucional, atente-se...!!!) da igualdade...???

Habilitações dos pais determinam diferenças na capacidade de leitura dos mais novos

Perante esta óbvia e indignante desigualdade dos filhos por causa dos pais - uns meninos lêem melhor que outros porque os respectivos papás têm mais habilitações que os outros - a solução é óbvia e tem sido praticada com sucesso de há meio século a esta parte: nivelar por baixo. Ou seja os broncos aos poder...

Assim, tiram-se todas as habilitações a todos os pais e, deste modo, deixam de ser possíveis diferenças na capacidade de leitura dos mais novospassando todos, pais incluídos, a ser (ainda mais) analfabetos (do que já são). E assim se cumpre abril, maio ou junho...

 

« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

» Enviar um comentário