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Pharmácia de Serviço

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"Imunidadar" (ainda mais) o "estado de direito"

Quando é que o nosso parlamento aprova uma lei que, de uma vez por todas, determine que quem for eleito pelo voto popular - seja lá para que cargo for - nunca mais possa vir a ser punido, ou melhor, nunca mais possa vir a ser investigado ou, sequer, "suspeitado" por qualquer crime que seja, ainda que o mais grave, mesmo que reiterado e ainda que "apanhado" em flagrante delito?

Assim as coisas tornavam-se claras, absolutamente transparentes, e nunca mais se levantava a questão da validação ou não validação de escutas telefónicas em que o primeiro ministro, por exemplo, fosse interveniente ...

Aos demais cidadãos (exactamente esses que elegem os potenciais "imunizados"), continuar-se-ia, naturalmente, a aplicar o rigor inexorável da lei ...
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