A acabada anarquia (ou bandalheira, como se queira)...
Estado não sabe quantos são nem onde vivem os imigrantes
Nos últimos anos a esquerda tem andado a dizer que os emigrantes não são assim tantos como isso e que fazem muita falta, estejam eles legais, ilegais ou simplesmente de passagem para "melhores ares" (o que é por dizer para lugares de melhores ou mais benefícios do estado social europeu...).
Por seu lado a direita diz que os emigrantes são demais e que só são necessários cá aqueles que o são e não todos aqueles que querem entrar e que entram, ainda que mais (muitos) ou menos (poucos) à balda.
Afinal ninguém sabe nada de nada do que se passa. Ou seja, a bandalheira é a regra...
Contudo, seja como seja, o que se pode dizer de certo sobe isto é que com a inscrição fraudulenta de milhares de imigrantes ilegais no serviço nacional de saúde (do que só ainda foi descoberta uma amostra para ensaio médico...) e a consequente obtenção do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD), estamos a pagar milhões por tratamentos realizados por esses emigrantes nos países europeus para onde migraram a seguir a terem estado cá, mas onde nunca conseguiriam inscrever-se nos seus serviços de saúde (porque esses países [ainda] não são [tão] imbecis como nós) (porque todos os tratamentos feitos pelos emigrantes nos países europeus para onde forma são debitados e pagos por Portugal)...
Por isto e por outro tanto, que tem muita graça e é muito social, é que devemos continuar a ver chumbadas no tribunal constitucional norma sobre imigração e nacionalidade...
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