<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/12023629?origin\x3dhttps://pharmaciadeservico.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

Pharmácia de Serviço

Há remédio para tudo ... pharmaciadeservico_at_gmail.com

A malapata das "fábricas"

O governo está a começar a especializar-se na "extinção" de fábricas.

Primeiro foi a fábrica da GM da Azambuja.
Depois foram as duas fábricas da Johnson Controls em Nelas e Portalegre.
Por fim foi "o Fábrica" da Comissão de Revisão do Sistema de Carreiras e Remunerações da Função Pública.

Este soube do seu "encerramento" pelos jornais, uma forma sempre cortez e elegante de "despedir" colaboradores, decerto que tomada no seguimento de uma já longa e arreigada prática deste governo (o qual, para uniformizar procedimentos sobre a escolha dos jornais próprios para tais "comunicações", irá proximamente aprovar uma "resolução" em conselho de ministros, alterando para o efeitos as regras básicas vigentes sobre etiqueta e boas maneiras ...).

Pena é que os motivos indicados pelo governo para "fechar" "o Fábrica" não tenham sido bem aceites pelo mesmo.

Vai daí esclareceu, claro, clarinho, que um dos demissionários, António Ganhão, era - e é - adjunto do secretário de Estado da Administração Pública, o que «significa» que a comissão «não foi extinta por força da saída desses três membros», como invocou o secretário de Estado da Administração Pública.

Quanto à governamental razão justificante dos "atrazos", será bom que fique claro que o responsável pela ultrapassagem dos prazos é, «em larguíssima medida», o Governo:
1. porque foi o Governo quem empossou a comissão três meses depois de esta ser criada, em Outubro de 2005, fazendo com que ela dispusesse de pouco mais de um mês para entregar o relatório;
2. porque foi o Governo e os organismos do Estado que dificultaram o acesso a vários dados necessários;
3. ... e ainda ... porque foi o Governo, na pessoa do adjunto do secretário de Estado da Administração Pública, António Ganhão, que mais se atrasou na entrega de uma parte do relatório.

"Toma e embrulha" ...!!!

Ela há "fabricas" que mesmo depois de "cessar a laboração" dão imenso trabalho ...
« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

» Enviar um comentário